25 de novembro de 2017

Já doeu em mim também

25 de novembro de 2017

Eu não vim tirar com a tua cara não e muito menos rir de ti. Só queria saber, está doendo? Parece que não vai passar nunca né?

A gente mergulha em outros olhos, a gente abraça outros corpos, mas nenhum é igual né? Nenhum passa aquela segurança. Eu sei como é, ou melhor, sabia.

Quer saber de uma coisa? Tu vai girar em muitas festas, vai beber muito álcool, vai jurar que nunca mais vai se apaixonar. Mas nada disso vai apagar a porra da falta que tu vai sentir quando colocar a cabeça no travesseiro.

Nada disso vai apagar todos os momentos juntos, os sorrisos, as brincadeiras. Não adianta fugir. Tu vai sentir na pele, vai doer igual. Doeu em mim também.

E olha só, estou aqui, vivinha. Eu precisei enfrentar algumas ressacas, beijar umas bocas e proibir a menção do teu nome. Eu precisei listar teus defeitos e falar mal de ti para todas as minhas amigas, para quem sabe assim, eu acreditasse que te odiava.

Passei meses jurando de pé junto que tinha te esquecido, evitava músicas que te lembrassem, mas sempre tropeçava em alguma publicação tua. E ai, tudo escorria por água a baixo e eu era invadida por um tsunami de lembranças. Então quer um conselho?

Sente tudo, chora se quiser, vai atrás, demonstra mesmo. Só não engole tudo a seco não, porque meu bem, essa é a pior sensação que tem. 

23 de setembro de 2017

Renascer

23 de setembro de 2017
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Dei uma sumida, eu sei.

Mas o intuito desse espaço sempre foi esse. Sumir, voltar. Escrever, para tentar me entender.

Vinte e três de setembro, já começou a primavera. Dizem por ai, que floresceu 2017. E eu só consigo refletir sobre este ano. Só consigo pensar como eu cresci como pessoa. Como eu mudei, como me reconstruí.

Eu experimentei coisas novas, derrubei muros que eu mesma tinha construído dentro da minha própria cabeça. A cada dia conheço uma nova Milena.

E no final só tenho uma coisa a dizer, 2017 só tenho a te agradecer. 

31 de julho de 2017

era sobre você, mas acabei falando de mim

31 de julho de 2017

Hoje depois de meses eu te vi...Não, não, não confunde tudo. Você sempre teve essa mania de nunca entender direito o que eu falava... É só que eu resolvi vir te dizer, não me olha assim! Eu sei que prometi que não iria mais te escrever. Mas é que deixa eu te contar um segredo: nesses últimos meses eu deixei de me levar tão ao pé da letra, agora já nem ligo mais para o que falam. Viu só o avanço?

Eu te vi com ela, é. Confesso que passei meses imaginando como seria e olha só, nem doeu. Ok, admito. Eu lembrei daquele “nós” que nunca existiu, mas não doeu não. Você comentou algo com ela? Não me senti tão bem vinda. Mas quem liga não é? Porque se você pudesse me dizer algo agora, aposto que soltaria um: “é memu”. Eu sempre achei teu vocabulário tão babaca, confesso.

Mas hoje, eu já nem me importo. Vocês fazem um belo casal, parabéns. Eu me sinto tão bem, alma lavada sabe? Não, você não sabe, porque nunca teve paciência para falar de sentimentos. Porém está tudo bem já, sempre esteve na verdade. Eu superei faz tempo, acho que foi naquela nossa última conversa, pois naquele dia eu já tinha notado que na nossa soma de 2 + 2 o resultado já estava dando 5. E está tranquilo.


Enfim, acho que esse texto era sobre mim.  

21 de julho de 2017

Lar doce férias

21 de julho de 2017

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Julho é o mês. O meu mês.

De férias, voltei para casa. Dormi na minha cama, aquela que tenho desde os 5 anos. Ri com os meus pais, impliquei com as minhas irmãs e mimei os meus sobrinhos. Completei 18 anos, sai com meus amigos. Lavei louça, limpei casa e acordei as 8.

De férias, comemorei o primeiro semestre da faculdade, que foi concluído com sucesso. "Desfilei" com os meus presentes. Escapei dos -2º de Lages e curti os 7º de Brusque. Peguei gripe, me curei da gripe.

De férias, reabasteci todas as minhas energias. Enchi meu coração de amor e tive novamente a certeza que fiz a escolha certa. De férias, eu não sofri com a distância, nem com a saudade de casa. Eu fui feliz sim, mas de férias eu entendi que não pertenço mais a este lugar.

Pois o meu lugar é onde o meu sonho vai se realizar e eu sei que no final de tudo pra casa eu sempre posso voltar.

13 de julho de 2017

JUNHO

13 de julho de 2017

Junho.

Cinco palavras que determinam um mês.

Cinco palavras que guardam tanto de mim.

Em junho eu finalmente me mudei, em junho eu fiquei doente, em junho eu fui em um dos shows que mais me deixou feliz... Em junho, eu cresci e amadureci mais um pouquinho.
Em junho eu me tornei uma pessoa melhor.

Bom, por onde começar?

**O frio chegou nessa cidade, com ele veio a gripe, a febre a tosse e a infecção. E ai eu entendi o que era “morar sozinha”, ser adulta. Eu fiz o chá que não gosto e tomei sem fazer cara feia, fui no médico, eu regulei todos os meus horários por conta do remédio, eu fiz até um cartão de desconto na farmácia. Eu entendi finalmente que cresci e foi da pior forma.

**Sempre fui uma pessoa eclética demais, ouço tudo que me dá na telha. E sim, adoro uma sofrência. Então com a festa típica aqui da minha nova cidade, fui no show da Marília Mendonça e do Henrique e Juliano. E a felicidade transbordou, pois eu realmente notei que 2017 trouxe-me muitas oportunidades e que eu estou me permitindo. Ou seja, cantei muito (com a minha voz rouca de doente), dancei e me diverti como se eu não estive no fim do semestre kkkkkk

**Mudei de casa. Morava em república e como já citei em um texto por aqui é um ótimo aprendizado. Mas depois de 4 meses lá, eu não me sentia mais em casa. Eu não sentia como se realmente estivesse na “minha casa”. Então, subi 7 andares e agora divido um apartamento com uma amiga (que também morava na república). E estamos nos virando e fazendo desse lugar, a nossa casa. O palco das nossas vidas pelos próximos 3 anos e meio.

Enfim, acaba logo semestre. Pois, eu quero férias e o colo da minha mãe.


**Post diferente dos meus textos habituais, acho que estava na hora de tentar mesclar um pouco. **

31 de maio de 2017

Melancolia dos dias.

31 de maio de 2017
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A semanas chove todos os dias aqui. E eu não digo só na rua. Entre trabalhos da faculdade, lutas para secar a roupa e saudades. Me perdi um pouquinho no meio ao caos. O sorriso continua fácil, a cama continua bagunçada e o coração anda entendendo é nada.

Acho que isso é um pouco de solidão. Três meses que eu desgarrei da minha família. Três meses que cai no mundo e vim dar minha cara a tapa. Nesse meio tempo já fiz amizades, arrumei uma parceira para crime. Perdi a vergonha e dancei muito.

Mas a noite, quando a cabeça encosta no travesseiro. Doí um pouquinho. A saudade vem, os “e se” atormentam. A solidão se alastra por todas as paredes do quarto e me abraça. Nunca senti arrependimento da minha decisão.

Acredito fielmente que isso faz parte do amadurecimento. Até já me peguei no supermercado escolhendo o amaciante mais cheiroso. O ovo acabou, o leite também. Mas o dia de ir pra casa visitar a família nunca chega.

Apresenta trabalho, passa a roupa, faz o almoço, lava a louça, o celular apita e é uma mensagem do pai cheia de coraçãozinho e aí a alma entra em festa.

Eu só tenho 17 e a bagagem pesa as vezes. Mas, eu aceito as minhas escolhas... 

26 de abril de 2017

Você mora em república, e ai?

26 de abril de 2017

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A dois meses atrás eu entrava na minha nova vida. Nessa minha nova vida eu moraria em uma republica, com mais cinco meninas. E até ai, ok. Porém quando embarquei nessa aventura eu não imaginava como seria.

Fiquei com aquela curiosidade de como elas deveriam ser, que curso faziam. E como tudo funcionava. E lá estava eu (cá estou), primeiras semanas um "oi, de onde és? faz qual curso?" e só.

Mas aos poucos tudo vai se tonando tão normal. Tu vai entendendo que elas moram contigo, mas tu não és obrigada a oferecer a tua comida. Elas moram contigo mas se tu não quiser trocar nada além dos cumprimentos básicos. Ta ok também.

Não, não é igual aos filmes. Não rola bebedeira e noite do esmalte. É apenas seis meninas que estão longe de suas famílias, que sofrem com a semana de provas, que cuidam do clima, pois tem que lavar a roupa e o tênis.

Seis meninas que aprendem juntas que existe diferentes tipos de criação. Existe uma que limpa a casa desse jeito e outra daquele. Onde tudo bem se teu arroz ficou uma papa, pois o meu ta sem sal. E a minha carne também queimou.

Existe os brigadeiros no meio da madruga e as pipocas enquanto assistimos tela quente, mas fala baixo que a menina do primeiro quarto vai trabalhar amanhã. E tira o teu cabelo do ralo do banheiro, por favor.

A dois meses atrás eu não sabia o que era lidar com as diferenças tão de perto, nesses dois meses já aprendi a dividir a relevar e a ter mais paciência. Já aprendi que a panela que eu uso a menina logo vai precisar também. Que a TV não é só minha. E que ninguém é igual a ninguém, mas que todos são obrigados a se respeitar.

29 de março de 2017

adeus

29 de março de 2017


Três meses que nossas bocas se desconhecem.

Na última vez que te vi, trocamos olhares, brincadeiras e um abraço de despedida. Um até logo.

 Você agora sustenta um relacionamento, daqueles que nunca quis ter comigo. Eu não te julgo.

 Eu agora lido com aulas de anatomia, saudades de casa e novas amizades.

Você continua bebendo nos finais de semana, saindo com os nossos amigos e sorrindo daquele jeito que eu sempre gostei.

Eu passeio nos pontos turísticos da minha nova cidade, vou ao cinema e faço brigadeiros todas as noites.

Eu não sinto tristeza quando penso em nós, quer dizer nunca existiu nós, não é mesmo? Eu só sinto curiosidade do que poderíamos ter sido. Eu já não penso mais em você e nem julgo mais tuas escolhas. Você mesmo disse que era errado demais pra mim. Eu ri, revirei os olhos e aceitei. Sempre fomos covardes demais e isso é a única coisa que temos em comum.

O nosso relacionamento inexistente sempre foi fadado ao fracasso. Todos diziam, todos sabiam. Nós dois principalmente.

Essa será a última vez que perderei tempo escrevendo sobre você, pois sempre odiei como você faz eu me sentir. Deixo aqui todas as lembranças de você. E repito para mim mesmo: você não é aquilo tudo. Nunca foi. E por fim, boa sorte.

Espero que seja feliz com ela. 

 Nunca diga "adeus", porque dizer "adeus" significa ir embora, significa esquecer.
- Peter Pan

Adeus!

Pois eu esqueci você...

24 de março de 2017

E com desconhecidos, seguia, criando laços

24 de março de 2017
Um mês de nova jornada. O dia 19 nunca mais será o mesmo para mim. Hoje prestes a ir fazer a segunda visita a minha família, depois de milhares de chamadas de vídeo, mensagens no whatsApp. Sinto-me completa, sinto que fiz a decisão certa. Um mês depois, nenhuma onda de arrependimento bateu em mim. Entre novas ruas, pessoas, histórias e experiências. Eu estou aqui. A saudade bate, não nego. A vontadezinha de estar lá, vem. Mas o arrependimento, não. Ele não me acompanhou. 

Então, entre as milhares de músicas desse mundinho. Me deparei com essa e foi ao ouvir ela que eu entendi, me senti realizada. Foi com ela que eu compreendi que estou no lugar certo, na hora certa.

E gratidão transbordou no meu peito! 


Obrigada Deus!


8 de março de 2017

E lá eu chorei

8 de março de 2017

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Passeios, cinema, shopping, livros, risadas, choros, saudades... E aqui está o resumo da minha vida na nova cidade. Acredito que tudo é uma via de mão dupla. Eu estou feliz, estou realizada. Mas quando eu coloco a cabeça no meu travesseiro, o "e se" vem. A saudade aperta, a vontade de estar lá aparece.

Após o feriadão de carnaval, quando tudo acabou eu me deixei chorar pela primeira vez. Dentro de um ônibus, aquele ônibus que atravessaria 270km, que me levaria para longe da minha família, mas  que trouxe-me para perto do meu sonho.

E lá eu chorei, chorei por ter conseguido entrar no curso que sempre quis. Chorei por ter largado toda a minha vida. Chorei por ganhar um recomeço, chorei por receber todo o apoio da minha família. Chorei por ser eternamente grata, chorei por saudade, por medo, felicidade, insegurança e infinitas coisas que estavam guardadas.Eu chorei por estar finalmente conseguindo.

E agora eu estou aqui, atolada de matéria. Atolada de tudo aquilo que eu sempre quis. Cheia de vida, liberdade, amor e gratidão por tudo que esta acontecendo na minha vida. E por fim, se passaram apenas duas semanas.

Duas semanas de nova cidade.

Duas semanas do início da realização de um sonho.

22 de fevereiro de 2017

Se for um sonho, não me acorde

22 de fevereiro de 2017
Bom, por onde começar? Se alguém viesse em janeiro me informar que hoje eu estaria morando em outra cidade, cursando o que sempre quis e morando longe dos meus pais. Eu diria que a pessoa estava louca.

Com as voltas que o mundo da, eu fui levada. Me surpreendi. Por isso o sumiço. Estou hoje a 270 km da minha família e de tudo que eu conhecia por lar. Estou aqui, buscando me arriscando e tentando.  Até porque a oportunidade não bate duas vezes na mesma porta, não é mesmo?

Trago no peito somente gratidão, por tudo! E muito aprendizado. Depois de todo choro, desânimo e tristeza. A vida sorriu. E eu sorri de volta.

Serão 4 anos dentro de rodoviárias, ônibus, malas, estudos e principalmente saudades! Mas como eu ouvi muito, é necessário abrir mão. É necessário abrir mão do comodismo, é necessário ir à luta. Quando queremos muito realizar um sonho, que até ontem parecia tão distante. 

E eu aceito as consequências da minha escolhas.

2 de fevereiro de 2017

Tempo

2 de fevereiro de 2017
Como a vida é engraçada, hoje acordei  me sentindo mais leve. Logo fui procurar uma música para embalar esse dia e me deparei com novas músicas da Banda Mais Bonita da Cidade. E apertei o play. Logo parecia que a música/poema estavam me descrevendo. E tudo pareceu tão certo, não digo completo. Mas eu compreendi um pouco mais tudo, meus sentimentos estão tomando rumo.


Com calma e tempo, tudo se ajeita. 

1 de fevereiro de 2017

eu sou as escolhas que faço

1 de fevereiro de 2017
Uma terça-feira embalada por Terras de Gigantes e uma cabaça a milhões. Assim me encontro. Acredito que por mais que eu esteja passando por uma fase meio "negra" interiormente, essa fase está me fazendo amadurecer. Eu nunca soube lidar muito bem com desconhecidos, ou melhor, sempre fiquei presa ao monótomo. Nunca fui fã de se arriscar, sair das regras. Sempre fui a "certinha" do grupo.

E com o passar do tempo, eu sempre me prendia mais. As escolhas que fiz, me prenderam mais ainda. Porém não me arrependo, sempre acreditei (e continuo acreditando) que tudo na vida tem um motivo. Eu nunca vivi nada, ou passei por alguma situação por acaso. Tem uma frase que ouvi um dia e carrego pra minha vida:

"Eu não vivo de chances, eu faço escolhas"

Por isso, hoje mais ciente de tudo. Ciente das escolhas que fiz e das consequências delas. As nuvens cinza na minha vida ainda permanecem, o choro ainda vem. Mas já não me culpo tanto, não me torturo tanto. Pois há um motivo pra tudo, e eu tenho fé nisso! 

   segunda-de-escolhas.jpg (685×400):



18 de janeiro de 2017

deixe as expectativas passar fome

18 de janeiro de 2017
A minha vida ultimamente não tem sido muito diferente e logo não rola muita criatividade. Tudo se resume a tarefas de casa, livros e Netflix. Não me pergunte sobre os meus sonhos, eu perdi eles em algum lugar do meu guarda roupa. E a vontade de lutar? Devem estar enchendo a cara em qualquer bar.

2017 trouxe tantas incertezas, que eu estou frustrada até pelo fato de tudo culpar o ano.  O coitado nem tem nada a ver.

Acredito que a pior coisa que fazemos em nossa vida é alimentar expectativas. Pois a vida é uma velha ingrata e do nada nos da uma rasteira. E a gente fica ali sem entender, fica ali sem saber até o próprio nome.

Nos últimos dias tenho ouvido tanto “procure fazer algo para se ocupar” “vá caminhar, ver gente” “sai do quarto” ... E eu tento, tento ficar animada, procuro agradar o máximo. Porém quando todos viram as costas, lá estou enfiando a cara em mais um livro pra tentar fugir de toda a realidade. Minha família sempre foi fã de livros, quero deixar claro. Mas não quando você faz isso 24 horas por dia. Não quando você SÓ faz isso.

No final das contas acho que todas as pessoas perdem o rumo pra depois se encontrar, não queria associar essa fase que estou passando a frase “Antes do sol vem a tempestade” que sempre decora os para-choque de caminhão. Mas cá estamos nós.


Enfim, estamos apenas no começo e minha mente já deu tantas voltas que eu escrevo para não pirar. Ou ir comer de novo. 

10 de janeiro de 2017

Não sei

10 de janeiro de 2017
2017, uh lá lá. Bom eu to me sentindo estranha e.. terrível? é terrível também! Desempregada e sem entrar na faculdade. Oi fracasso, tudo bom? Juro que estou tentando manter a minha sanidade e o sorriso no rosto. Vamos lá, é só 10 de janeiro. Tantas expectativas e um soco no estômago, mas quem nunca? A vida é uma caixinha de surpresas (frase do meu subnick no msn, saudades aliás) e eu não digo que as coisas estão perdidas. Apenas o tempo resolve, eu sei. Mas a minha mente não para e eu odeio isso.

Hoje não sei uma maneira de terminar esse texto, mas acredito que eu precisava disso. 2017 eu ainda nutro sentimentos bons por você. Não se acanhe.